terça-feira, 7 de março de 2017
Minha poesia - Adolescencia
Minha poesia publicada na Poesia Revista 2016 ... falando sobre Adolescencia ... este ano de 2017 o tema e Meio Ambiente ... Aguardem !!!
terça-feira, 28 de fevereiro de 2017
Feijoada do Windsor Barra é marcada com a presença de diversas celebridades ... Jornal Cidade da Barra presente fazendo a cobertura jornalística do evento.
A feijoada do Windsor Barra aconteceu no último sábado, 25 de fevereiro, e contou com a presença de diversos famosos, jornalistas, turistas e foliões. No evento, as irmãs Marinho foram homenageadas com o tema "Mulheres do Lan" estampado na camiseta convite da feijoada feito pelo talentoso caricaturista Lan. Artistas como Alinne Prado, Tatiana Monteiro, a cantora Rosemary e Beth Goulart abrilhantaram a festa com muita alegria.
Para tornar o ambiente mais animado, a nervosa bateria da Unidos da Tijuca mostrou como se faz um belo samba junto com Juliana Alves, rainha de bateria que deu um verdadeiro show com o seu gingado no meio do palco. Tocando os melhores hits do carnaval, foi impossível alguém ficar parado. Mas a diversão não parou por ai, pois o bloco Mulheres de Chico também estava presente com seu repertório inspirado nas músicas de Chico Buarque. Este ano, elas escolheram homenagear as principais mulheres da cultura brasileira, com o lema “O Carnaval é das mulheres”!
Logo na entrada do salão, recepcionistas entregavam aos convidados à camiseta-convite que pode ser customizada por alunas da escola de moda Instituto Zuzu Angel e foi servido um revigorante caldinho de feijão acompanhadas das famosas batidinhas e drinks criados na hora pelo barman, no meio do salão.
O Chef Manoel Araújo, que nunca deixa a desejar, comandou a cozinha brilhantemente com seu variado Buffet incluindo sua mais nova criação: Drumette de Frango empanado. Inspirado no tema da escola Unidos da Tijuca, o Chef recriou o petisco muito utilizado na América do Norte e adaptado aqui, na América do Sul. No cardápio, estavam incluídos 11 tipos de carnes servidas separadamente em 39 panelas de ferro, como também uma variedade de saladas. Vale destacar as sobremesas típicas, como quindim, manjar, cocada preta, pé de moleque, dentre outras. A feijoada contou ainda uma estação de caipirinha, batidas, cerveja e refrigerantes.
Fotos: Marcello Quirgo.
domingo, 19 de fevereiro de 2017
Novidades a caminho
Novidades vem chegando ... eu, Marcia Schweizer, entrevistando a empresaria do ramo de beleza (Espaco Comtemporaneo) Renata Gama ... diretor Luthy Fernandes e cinegrafista Marcello Quirgo ... aguardem !
sábado, 18 de fevereiro de 2017
Cid Castro e a marca do Rock in Rio
Aos
24 anos o jovem Cid Castro cria a marca do Rock in Rio. Era o ano de 1985 e o
Brasil vivia o final da ditadura com o General João Figueiredo na presidência,
porém fazendo a transição para a democracia. Com Tancredo Neves eleito (numa
votação indireta), terminou um período de mais de 20 anos do regime militar no
Brasil. Tancredo não chegou a tomar posse, tendo falecido devido a uma grave
infecção generalizada e José Figueiredo, seu vice, foi empossado em seu lugar.
Muito
fã de rock’nroll, Cid Castro, que era assistente de ilustrador na época, teve
sua oportunidade ao roubar uma cópia do briefing que havia chegado ao
departamento de criação da Artplan Publicidade, onde trabalhava. Cid ficava até
tarde da noite em casa ouvindo rock e desenhando (às escondidas) o logotipo do
que seria o maior festival de rock do mundo. Primeiramente imaginou uma guitarra
com a forma do mapa do Brasil, mas logo percebeu que a grandiosidade do evento
merecia o mapa da América do Sul. Então desenhou a guitarra com este feitio,
por cima de um globo e as palavras “Rock in Rio” bem grandes no topo. Foi
incentivado pelo redator Nizan Guanaes que levou seu desenho para ser visto por
Roberto Medina. Foi um sucesso na redação e Medina veio pessoalmente
parabenizá-lo pela beleza do trabalho.
Segundo
Cid Castro a viabilidade do Rock in Rio foi muito difícil devido às
dificuldades impostas pela ditadura militar; pela política do governo de Leonel
Brizola, então governador do Rio de Janeiro; pela Igreja Católica; pela falta
de estímulo das empresas fonográficas e pela classe média que não queria ver seus
filhos num evento que mexia com sexo, drogas e rock'n'roll.
Em
11 de janeiro de 1985 foi iniciada a primeira edição do festival de música Rock
in Rio, realizada na Cidade do Rock, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Foi
um tremendo sucesso e o Brasil ficou reconhecido mundialmente como a capital do
rock. Depois disso já houve 16 edições deste festival de
rock, sendo seis no Brasil, seis em Portugal, três na Espanha e um nos Estados
Unidos. Roberto Medina já prometeu que em 2017 o Brasil será sede de mais um
Rock in Rio.
Cid
Castro é autor do livro “Metendo o Pé na Lama”, que fala sobre o primeiro Rock
In Rio e mora em Portugal há mais de vinte anos.
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